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Rastreamento de câncer colorretal: Quando e como fazer

Rastreamento de câncer colorretal: Quando e como fazer

O câncer colorretal é uma doença muito perigosa, principalmente por que é silenciosa em seus sintomas. Quando eles aparecem, em geral o tumor já está em estágio avançado de desenvolvimento, o que torna mais difícil o êxito total no tratamento. Por isso é muito importante que seja feito o rastreamento do câncer colorretal, principalmente nos grupos de risco que descreveremos abaixo, para que, caso surja um tumor, ele seja identificado cedo.

O câncer colorretal atinge o intestino grosso, dividido em cólon e reto. A maioria dos casos inicia por pólipos, elevações que surgem na parede desses órgãos e tem crescimento muito lento, podendo levar anos para virarem tumores malignos.

Como rastrear o câncer colorretal

A forma de tratar  os pólipos e retirá-los antes que cresçam  o que é feito por meio da Colonoscopia, o principal exames de rastreamento de câncer colorretal. Na realização do exame é possível tanto identifica-los, quando existentes, quanto fazer a retirada dos pólipos encontrados de maneira simples e muito tranquila para o  paciente. Para entender mais sobre este exame, clique aqui.

Outro exame recomendado pelos médicos Coloproctologistas quando querem fazer o rastreamento em seus pacientes é a  Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes. Para saber mais detalhes sobre exame, clique aqui.

Quando fazer o rastreamento do câncer colorretal

Todo câncer têm seus grupos de risco, e não é diferente com o câncer no intestino. Conheça esses grupos:

– Pessoas com histórico familiar de câncer colorretal

A ocorrência de câncer, nos diferentes órgãos do corpo, tem estreita ligação com o histórico familiar, e isso não é diferente com o câncer colorretal. Isso não quer dizer que todas as pessoas que tem familiares próximos afetados pelo câncer cheguem a desenvolver a doença também. Elas apenas tem mais tendência a isso, e por isso precisam fazer acompanhamento regular.

A recomendação dos coloproctologistas é que pessoas que se encaixam nessa categoria façam o rastreamento do câncer colorretal com certa frequência a partir dos 40 anos.

– Portadores da Síndrome de Lynch

Esta também é uma doença hereditária, derivada de uma alteração genética que ocasiona problemas na divisão celular e aumenta o risco do desenvolvimento de células com erros, que acabam se tornando tumores malignos. Ela é responsável por 5% dos casos de câncer colorretal.

Para pessoas com este quadro a recomendação é que elas iniciem o rastreamento mais cedo, aos 25 anos de idade.

– Quem já teve câncer colorretal

O acompanhamento é fundamental para qualquer pessoa que já tenha passado pelo diagnóstico e tratamento de um câncer.

A principal recomendação neste sentido, é que pessoas que já se trataram de tumores  colorretais façam os exames de rastreamento periódicos.

  • Pessoas com histório pessoal de Pólipos Intestinais

  • Portadores de Polipose Adenomatosa Familiar

Doença hereditária que causa aparecimento de numerosos pólipos colônicos além de outros sinais clínicos, é causa de câncer em pacientes jovens, o diagnóstico é feito por colonoscopia  testes genéticos.

E para as pessoas que não estão em nenhum desses grupos?

O rastreamento do câncer colorretal é importante mesmo que não haja fatores que relacionem você a doença. Para estes casos, a Sociedade Brasileira de Coloproctologia recomenda que as pessoas fora dos grupos de risco comecem a fazer exames regulares de rastreamento aos 50 anos.

A prevenção é sempre o melhor caminho para lidar com as doenças, e a consulta com o Coloproctologista e realização dos exames indicados por ele são fundamentais na prevenção do Câncer Colorretal.