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Tire suas dúvidas sobre gases intestinais

Tire suas dúvidas sobre gases intestinais

“Barriga inchada”, dor abdominal,  eructação frequente e flatulência podem ser sinais de gases intestinais e estomacais. Eles são extremamente comuns e acontecem por causas variadas.

Para entender mais sobre o surgimento do problema, os sintomas e o que pode ser feito para eliminar os desconfortos dos gases, prossiga com a leitura do conteúdo de hoje do CCD!
Boa leitura.

Entenda mais

A eliminação dos gases acontece via oral (arroto) e via anal (gases intestinais ou flatos).

No caso dos gases intestinais, os mesmos são produzidos no intestino após a metabolização de carboidratos, proteínas e alimentos com gordura, não quebrados facilmente na passagem pelo estômago.

Além disso, em função da falta de produção de enzimas necessárias para digeri-los pelo intestino, eles são fermentados por alguns tipos de bactérias que ali residem.

É importante relembrar que bebidas com excesso de gás, como os refrigerantes, podem aumentar os gases no intestino.

Já para os gases estomacais, a principal origem é o ar engolido, normalmente, durante as refeições. Também ocorre a deglutição de ar através do fumo ou com o hábito de mascar chiclete.

Mas é válido ressaltar que grande parte do ar engolido é liberado posteriormente pela boca. A quantidade que passa para o sistema digestivo é pequena, e o ar que passa para o intestino é absorvido em maior parte pela corrente sanguínea. O que não é filtrado por nenhum dos dois se transforma em gases expelidos como flatulência.

Sintomas de gases intestinais e estomacais

Os sintomas variam de acordo com a localização dos gases. No estômago os sintomas são uns, já no intestino podem ser diferentes.

Sintomas de gases intestinais:

  • Dor intensa na região do abdômen (que pode ser em forma de pontada ou não);
  • Barriga endurecida;
  • Cólica intestinal;
  • Flatulência constante;
  • Prisão de ventre;
  • Inchaço na região.

Sintomas de gases estomacais:

  • Eructação constante;
  • Perda frequente de apetite;
  • Azia;
  • Fisgada no peito, como se fosse algum problema no coração e áreas adjacentes;
  • Sensação de peso no estômago;
  • Desconforto gástrico.

Avaliação médica

Geralmente, o diagnóstico de gases é feito pelo próprio paciente e não necessita de avaliação imediata de um médico. Porém, se os gases persistirem por vários dias é indispensável buscar por um especialista, pois pode ser o sinal de alguma patologia mais grave.

Além do mais, alguns sintomas e características específicas são preocupantes, tornando a busca pelo médico imediata. Como, por exemplo:

  • Se além dos gases a pessoa apresenta perda de peso sem explicação;
  • Dor torácica constante;
  • Sangue nas fezes;
  • Sensação de inchaço no tórax (especialmente acompanhado por dor);
  • Desconforto abdominal;
  • Diarreia.

Em alguns pacientes com queixas relacionadas aos gases é necessário que os médicos entendam a relação entre sintomas, as refeições (incluindo o horário de cada uma delas, o tipo e a quantidade de alimentos) e as defecações, já que todos esses fatores podem auxiliar no diagnóstico de possíveis doenças.

Quando além dos gases a pessoa apresenta inchaço e constante flatulência, os médicos podem realizar exames abdominais, retais e exames pélvicos.

O que pode ser feito para eliminar o desconforto dos gases?

Para diminuir os sintomas que causam os desconfortos, é possível:

  • Realizar uma caminhada de 30 a 40 minutos;
  • Evitar alimentos com muita gordura;
  • Beber bastante água ao longo do dia.

É importante também:

  • Evitar o consumo de refrigerantes e bebidas com excesso de gás;
  • Evitar o excesso de leite;
  • Evitar o excesso de alimentos com muito carboidrato;
  • Buscar por uma dieta específica para o seu metabolismo e rotina.

Garantir saúde para você e para sua família é a nossa prioridade, e por isso, desenvolvemos conteúdos explicativos para cessar possíveis dúvidas. Se você quer saber mais sobre algum assunto específico, deixe seu comentário nas nossas redes sociais. E para agendar sua consulta com nossos especialistas, basta clicar aqui.

Até o próximo conteúdo do CCD.